Mãe: que sorte poder chama-la de MINHA!

Vocês sabem o que é acordar de madrugada com a mãe chorando por causa da artrite reumatoide?
Sim, essa experiencia, doí muito… Mas eu imagino quantas vezes ela já acordou por mim, porque eu estava com fome, com dor, para conferir se a febre abaixou e até mesmo quando eu terminei com o primeiro namorado e estava aos prantos (sinceramente acho que foi o momento mais  doloroso pra ela, como mãe).
Mas mesmo com tudo isso, ela nunca me deixou abaixar a cabeça. Mesmo com tudo isso ela, sempre me manteve ali, firme, sendo o espelho dela. Nunca se limitou apesar do diagnóstico e sempre me ensinou a sorrir para vida.
Angélica, para os íntimos Kika, “tia” ou Angel, porque ela é, realmente um anjo. Não existe palavra melhor para defini-la. E mesmo depois de tudo isso, e essas histórias se repetindo durante os anos, ou novos sintomas no meio do caminho, ela continua sendo meu porto seguro. É o primeiro lugar que eu procuro seja para rir ou para chorar, para pedir um abraço ou um conselho, porque ela sempre sabe o que dizer, afinal, ela é uma mãe e que sorte poder chama-la de MINHA.
Barbara Pinho, filha de mãe convivendo com artrite reumatoide.

HOMENAGEM PARA O DIA DAS MÃES – Estamos longe, mas não distantes…

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Instituto Eluar

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