A dor virou um chamado para a vida

“Tenho dor desde que me conheço por gente. Achava que todo mundo estava passando por aquilo e só eu não estava aguentando”, conta Lívia Teixeira, que recebeu o diagnóstico de fibromialgia como uma libertação e uma missão. “Por um lado, você se liberta, porque há uma explicação para tudo o que sente. Por outro, vem a sensação de não saber como lidar com um doença incurável. Mas eu encaro a fibromialgia como um chamado para vida”, afirma. Autora do perfil De Bem com a Fibro (@livia_debemcomafibro), Lívia é a convidada de Helena Galante para o episódio #25 do podcast Jornada da Calma.

Na conversa, Lívia compartilha como o otimismo e a escolha por um olhar positivo para o que acontece é fundamental para dar um novo sentido a sintomas como a fadiga e a dor, por exemplo. Ela fala ainda sobre a necessidade de auto-aceitação, o exercício de abandonar a comparação com outras pessoas e a importância de compartilhar com os outros a sua história. Explica, ainda, porque escolhe não usar a palavra “fibromiálgica” para se identificar: “É importante a questão do pertencimento. Mas quanto mais a gente reforça rótulos, mais ficamos presos a eles.”

Ouça em: https://vejasp.abril.com.br/cultura-lazer/a-dor-virou-um-chamado-para-a-vida


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